Archivo por años: 2016

Gestión de datos científicos – el papel de los profesionales de la información y el desafío de datos abiertos

27555949220_8509e6e0bc_b_d

Pedro Príncipe. «Gestão de Dados Científicos – o papel dos profissionais de informação e o desafio dos dados abertos«.  Actas completas de las XII Jornadas APDIS «Compartir el conocimiento sobre salud»

PDF PPT

Un creciente número de organismos de ciencia e instituciones proveedoras de fondos de financiación de la investigación están diseñando políticas de apertura de datos y alentando a los investigadores a compartir los datos que producen. Estas políticas buscan evitar la duplicación y reducir los costos de recolección de datos. Además, también muchos editores de revistas también empiezan a incluir en sus normas de publicación requisitos para identificar los datos asociados con los artículos presentados para su publicación, tratando de que sean accesibles para su consulta en repositorios de datos.

En este contexto, la gestión de datos es más relevante, por lo que es indispensable proporcionar a las diferentes partes interesadas en los procesos el apoyo a las habilidades y herramientas de gestión de datos de investigación con el objetivo de establecer una adecuada gestión de datos científicos que permitirá:

  • El aumento del impacto de la investigación, lo que maximiza la visibilidad de los datos producidos y la promoción de la transparencia;
  • La mejora de la accesibilidad, garantizando la calidad e integridad de los datos durante la investigación y después de la finalización del proyecto;
  • Prevención del uso incorrecto
  • Garantizar e identificación de los problemas de preservación y confidencialidad
  • La salvaguarda de los datos producidos, según establecen las disposiciones necesarias para el almacenamiento y gestión de copias de seguridad.
  • Asegurar la compatibilidad, el cumplimiento de los requisitos de los proveedores de fondos de infraestructuras científicas y de información.

 

Actas completas de las XII Jornadas APDIS «Compartir el conocimiento sobre salud»

27221555394_75ac584a8f_o_d

XII Jornadas APDIS

Sessão de Abertura

Boas vindas da Presidente da APDIS PDF VÍDEO
Sílvia Costa Lopes

Comunicações

A Medicina no século XVI no mundo e em Coimbra através das bibliotecas PDF PPT VÍDEO
Carlos Fiolhais
Sobre os Dados Científicos:Desafios e Oportunidades PDF PPT VÍDEO
Pedro Veiga
El Repositorio Institucional de Salud de Andalucía : promocionando la producción científica de salud entre los profesionales y ofreciendo a los ciudadanos información sanitaria de calidad PDF PPT VÍDEO
Jose Maria Carrion Perez, Veronica Juan Quilis
A Estratégia da Biblioteca da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa para centralizar a sua produção científica: minimizar redundâncias, maximizar recursos PDF PPT VÍDEO
Silvia C. Lopes, António Manuel Freire
La Biblioteca Virtual del Sistema Sanitario Público de Andalucía (BV-SSPA) en las redes sociales. Cuatro años de experiencia PDF PPT VÍDEO
Juan Antonio Hernández Morales, Verónica Juan Quilis
¿Hacía donde se dirige la biblioteca de investigación del futuro? PDF PPT VÍDEO
Julio Alonso Arévalo
Aplicaciones móviles en medicina y salud PDF PPT VÍDEO
Julio Alonso Arévalo
Trazer a biblioteca no bolso: os serviços para dispositivos móveis nas bibliotecas académicas PDF PPT VÍDEO
Paula Seguro de Carvalho
Desafios da Telemedicina em Angola no apoio à Municipalização da Saúde PDF PPT VÍDEO
Mélanie Raimundo Maia, Jorge César Correia, Luís Velez Lapão
Interoperabilidade em eHealth: da teoria à prática PDF PPT VÍDEO
Licínio Kustra Mano
Informação de Saúde para o Cidadão: a estratégia do Grupo de Trabalho para os Utentes PDF PPT VÍDEO
Sílvia Almeida Silva, Grupo de Trabalho para os Utentes/CAIC/ SPMS
Indicadores gerenciais: o caso do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná PDF PPT VÍDEO
Vera Lucia Belo Chagas
Literacia e a Capacitação dos Profissionais PDF PPT VÍDEO
Cristina Vaz de Almeida
O ensino do método científico no âmbito de um programa de pós-graduação em saúde no Brasil PDF PPT VÍDEO
Beatriz Rodrigues Lopes Vincent, Martha Silvia Martínez-Silveira, Luiz Antonio Bastos Camacho
A Literacia da Informação na Biblioteca-CDI da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (FMUL) – pequenos passos, grandes conquistas, ambições futuras. PDF PPT VÍDEO
Susana Oliveira Henriques
As fontes de informação em saúde e o curso de formação em Gestão de Unidades de Saúde em Luanda: construindo pontes PDF PPT VÍDEO
Isabel Sousa Andrade
‘Christmas is over’… Is Spring coming?: a publicação da ciência em Acesso Aberto PDF PPT VÍDEO
Maria Manuel Borges
Avalição de revisões sistemáticas sobre amamentação e saúde da criança a partir de um estudo bibliométrico PDF PPT VÍDEO
Martha Silvia Martinez-Silveira, Cícera Henrique da Silva, Josué Laguardia
Análisis de la producción científica del Sistema Sanitario Público de Andalucía (BV-SSPA) PDF PPT VÍDEO
Luis Javier Borrego López, Jose María Carrión Pérez, Antonio Correa Romero, Verónica Juan Quilis, Pilar Izquierdo Moya, Inmaculada Gómez Blázquez
Citações e fator de impacto não refletem relevância clínica da informação em saúde PDF PPT VÍDEO
Ivan Luiz Marques Ricarte, Maria Cristiane Barbosa Galvão, Fabio Carmona, Danielle Fernandes Santos
Caracterização da produção científica portuguesa da área da saúde indexada na Scopus PDF PPT VÍDEO
Maria da Luz Antunes, Teresa Costa
Ambiente e saúde: coerência e estratégias de sustentabilidade ambiental em sistemas de informação PDF PPT VÍDEO
Sandra Moura Dias
Projeto de Formação de Utilizadores em Literacia da Informação – Uma estratégia de colaboração das Bibliotecas da Faculdade de Farmácia e Medicina da Universidade de Lisboa PDF PPT VÍDEO
Susana Oliveira Henriques, Sílvia Costa Lopes
Bibliotecas na Saúde… e a Saúde nas Bibliotecas? PDF PPT VÍDEO
Ana Catarina Martiniano Pinheiro, Carla Viegas, Cristina Verissimo, João Brandão, Maria Filomena Macedo
Advocacy: Why It Matters & How to Get Started PDF PPT VÍDEO
Marci Merola
Bibliotecas de Ensino Superior: novas e saudáveis tendências PDF PPT VÍDEO
Carlos Alberto Lopes
Consumer health information: É hora da informação profissional PDF PPT VÍDEO
Armando Brito de Sá
Seleção, síntese e disseminação de evidências para profissionais de saúde por meio de correio eletrônico PDF PPT VÍDEO
Maria Cristiane Barbosa Galvão, Ivan Luiz Marques Ricarte, Fabio Carmona, Danielle Alves Fernandes dos Santos
Primera Guía de Buenas Practicas de Información Médica en la Industria Farmacéutica: experiencia de trabajo PDF PPT VÍDEO
Mónica Rojo Abril, Jaime Fragoso de Castro
Análise bibliométrica das publicações de Lucília Paiva: perspectiva complementar de uma vida dedicada à Informação em Saúde PDF PPT VÍDEO
Diogo Vivas, Silvana Roque de Oliveira

Posters

A Biblioteca ICBAS/FFUP e a Exposição “40 Anos – 40 Artigos” PDF PPT
Alice Rodrigues, Pedro Tavares
Conhecer para melhorar – Avaliação da Satisfação e Expectativas dos Utilizadores para Apoio à Tomada de Decisão. O caso da Biblioteca-CDI da FMUL. PDF PPT
Susana Oliveira Henriques, Maria João Paulo, Maria Lurdes Barata
O projeto de literacia da informação numa biblioteca da saúde: o caso da Biblioteca da ESTeSL PDF PPT
Paula Seguro de Carvalho, Maria da Luz Antunes
Perceções dos estudantes sobre a imagem, papel e funções do bibliotecário académico: o caso da Escola Superior de Enfermagem de Santa Maria PDF PPT
Sílvia Cardoso
Uniformizar para consolidar na área estratégica da saúde: o novo sistema de classificação e cotação adotado na Biblioteca da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa PDF PPT
Silvia C. Lopes, Isabel Campos, Ana Novas Dinis, Cristina Pinheiro
A saúde fora de portas: o projeto de literacia da informação da ESTeSL PDF PPT
Maria da Luz Antunes, Paula Seguro-de-Carvalho
Requalificação do Sistema de Arquivo da Escola Superior de Enfermagem de Santa Maria PDF PPT
Hugo Moreira
“Memória e Património” – Integração das colecções museológica e de livro antigo na Biblioteca da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa: um processo educativo do utilizador-estudante PDF PPT
Isabel Campos, Ana Novas Dinis, Cristina Pinheiro, Silvia C. Lopes
O Meu Poster num minuto… PPT VÍDEO
XII Jornadas APDIS

Prémio Lucília Paiva

Testemunhos e Vídeo de Homenagem a Lucília Paiva VÍDEO VÍDEO
XII Jornadas APDIS
Entrega dos Prémios VÍDEO
XII Jornadas APDIS

Workshops

Gestão de Dados Científicos – o papel dos profissionais de informação e o desafio dos dados abertos PDF PPT
Pedro Príncipe
Metodologias de Revisão de Literatura no campo da Saúde: sistemática, integrativa e narrativa PDF
Fátima Martins
Autopublicación: como publicar un libro en AMAZON PDF PPT
Julio Alonso Arévalo
Mendeley para uma gestão eficaz da informação PDF
Paula Seguro de Carvalho

Comunicações – Sponsors

LWW Content for Research and Education & OvidDiscovery, our new discovery tool for Hospital Libraries PDF PPT VÍDEO
Victoria Manglano, José Bessa
Springer Nature Pharma Solutions PDF PPT VÍDEO
Alyssia Sebes
Da educação médica até à prática clínica: uma viagem dos profissionais de saúde PDF PPT VÍDEO
María de Jesús Goméz, Carlos de Paladella

Encerramento

Conclusões das XII Jornadas APDIS PDF VÍDEO
Maria da Luz Antunes

APDIS – Associação Portuguesa de Informação e Documentação em Saúde

Facebook das Jornadas

Chat en los Servicios de referencia de bibliotecas universitarias

chat2

Devine, C., E. B. Paladino, et al. «Chat Reference Training After One Decade: The Results of a National Survey of Academic Libraries.» The Journal of Academic Librarianship vol. 37, n. 3 (2011). pp. 197-206.

Texto completo bajo suscripción

Primera encuesta nacional completa a todas las bibliotecas universitarias de Estados Unidos que realizan servicio de chat de referencia para determinar: ¿Qué prácticas se utilizaban para preparar al personal para el chat del servicio de referencia , ¿Qué competencias se les enseñaba, cómo y por qué las prácticas de formación han cambiado con el tiempo, y cuales son las prácticas que se prevén en el futuro.

A la cuestión de cuantas bibliotecas usan chat en los servicios de referencia, una gran mayoría (85%) de los encuestados informó que su biblioteca proporcionaron chat de referencia. Por otro lado, la participación fue significativamente menor en relación con el chat a través de servicios cooperativos de bibliotecas, ya que sólo el 26,8% de los encuestados dijo que proporcionaban servicios de esa manera.

Respecto al tamaño de las bibliotecas que proporcionan este servicio. Las bibliotecas que proporcionan servicio chat cooperativo son por lo general aquellas que tienen menos personal, mientras las bibliotecas de mayor tamaño utilizan un servicio propio (independiente). En general, se encontró que las instituciones que imparten cursos doctorado son las que más proporcionan y con más intensidad servicios de chat de referencia. Además, el 11,5% de los encuestados de las instituciones que imparten estudios avanzados disponen de este servicio de referencia desde hace más de 8 años.

qp_ref_suite

QuestionPoint

Cuando se llevó a cabo el estuidio, la mayoría de los encuestados indicaron que estaban usando el software de mensajería instantánea con Meebo. Meebo es un cliente de mensajería instantánea ejecutable dentro de un navegador web que integraba múltiples servicios de mensajería instantánea simultáneamente (incluyendo Yahoo! Messenger, Windows Live Messenger, AIM, ICQ, Jabber/XMPP y Google Talk). Meebo hace a los servicios de mensajería instantánea más accesibles a los usuarios que no pueden o no deseaban descargar el software necesario para ejecutarlos. En 2012 este producto fue adquirido por Google por 100 millones de dólares.Y está en proceso de reconfiguraión.

Otros productos que utilizan para este servicio son Docutek, QuestionPoint, Tutor.com, Trillian, Plugoo, LibraryH31p, LivePerson, Pidgin, QuestionPoint fue el programa más utilizado para servicios de chat por parte de los sistemas cooperativos (62,4% del total),

chat20fama20dialogo

Chat de Fama. universidad de Sevilla

Detrás de las cifras, las observaciones generales de los encuestados indicaron diferencias significativas de las actitudes con respecto a la naturaleza esencial de chat de referencia. Hay una tendencia a tratar de referencia virtual como una  comunicación informal, utilizando las abreviaturas de mensajería instantánea, y se hace hincapié en que este servicio debe ser de al menos el equivalente a una sesión de referencia de cara a cara. Se destaca la importancia de ciertos aspectos de la referencia virtual, por ejemplo, cómo se envían enlaces, consejos específicos que se producen en la entrevista de referencia por medio de chat.

En cuanto a la formación y capacitación del personal, generalmente se destina al servicio de referencia mediante chat a una persona experimentada con una persona nueva para que aprenda a través de la experiencia de su compañero. También se proporcionan sesiones específicas de formación que se ofrecen a todo el personal. La formación abarca cómo utilizar el cliente, cómo llevar a cabo una entrevista de referencia y el conocimiento de las normas para el servicio de referencia en el entorno de mensajería instantánea. Por otro lado, algunos de los encuestados consideraron que la naturaleza minimalista de software de mensajería instantánea hace superflua la formación.

El reto es proporcionar una adecuada «calidad» del servicio de chat de referencia similar y complementaria a los servicios de referencia cara a cara, pero en estos casos en los que no estamos directamente frente al usuario, requiere la integración efectiva de múltiples factores concurrentes donde tenemos que tener en cuenta algunas cuestiones específicas: capacidad del software adecuado, fuerte apoyo técnico, personal comprometido y motivado, gestión eficaz y la programación adecuada.

Al igual que todos los servicios de referencia, el chat de referencia debe ser evaluado por el nivel de satisfacción que proporciona a las personas que lo utilizan. Los resultados de este estudio revelan que, después de 10 años, el servicio chat de referencia, este representa una mezcla de las relativamente viejas y nuevas tecnologías, y los métodos de formación han de basarse en el desarrollo de las mejores prácticas y competencias. Las sesiones estructuradas de formación formales que se han descrito en la literatura más temprana siguen siendo utilizadas con frecuencia por parte de quienes proporcionan formación a los profesionales. Todas las técnicas y las materias de instrucción que formaron la base de la formación a principios de la década todavía se utilizan en un grado muy significativo y no ha habido una expansión para incluir nuevos temas tales como lecciones de abreviaturas  y sintaxis de mensajería instantánea y orientaciones para tratar con clientes en situaciones críticas.

Donde viven las etiquetas: el etiquetado en los blogs de literatura infantil y juvenil

 

donde-viven-los-monstruos

García Rodríguez, A., Gómez Díaz, R., Cordón García, J.A., Alonso Arévalo, J. (2014, diciembre). Donde viven las etiquetas : el etiquetado en los blogs de literatura infantil y juvenil. BiD: textos universitaris de biblioteconomia i documentació, 33.

Texto completo

Con el objetivo de analizar las prácticas del etiquetado en los blogs de literatura infantil y juvenil, se recopila un conjunto de blogs especializados y pertenecientes a diferentes categorías y se estudia cómo es el etiquetado. Entre otras variables, se analiza la ubicación de las etiquetas, la forma de presentación, el tipo de etiquetas más utilizadas, etc. Los datos analizados ponen de manifiesto que el etiquetado es una práctica cada vez más habitual en los blogs como recurso para organizar los contenidos y para recuperar la gran cantidad de información que estos generan. Además de aportar el análisis de las prácticas del etiquetado, se da una serie de recomendaciones para mejorar la asignación de etiquetas y favorecer la visibilidad de la información de este tipo de blogs.

Entre las herramientas de la LIJ 2.0 por su sencillez, economía y facilidad de difusión, los blogs se han convertido en el escaparate del género, en un lugar en el que esos autores «invisibles» que escriben para niños y jóvenes consiguen que se hable de sus títulos y se hacen visibles.

maurice5

«Donde viven los monstruos» es un libro infantil escrito e ilustrado por Maurice Sendak.

Leer un blog es una actividad consolidada, como lo demuestran los últimos datos sobre hábitos de lectura y compra de libros realizados por la Federación de Gremios de Editores de España (2012), que confirman que entre la población mayor de 14 años, el 46,9 % lee webs, blogs y foros, con una frecuencia al menos trimestral, un porcentaje que aumenta hasta el 77,9 % en la población de entre 14 y 24 años. En cuanto a la población de 10 a 13 años, el 40,7 % lee con frecuencia, al menos trimestral, webs, foros y blogs, y el 13,3 % participa en blogs y foros de cualquier tipo.

Las etiquetas son palabras del vocabulario que utiliza el usuario común, es decir, palabras sin ningún tipo de control terminológico que representan un contenido determinado (Gómez Díaz, 2012). Su finalidad es facilitar la recuperación del objeto al cual describen, por tanto, si están bien asignadas, aportan una valiosísima información sobre los términos, ya que representan, con el lenguaje del autor de la entrada del blog, el contenido. El problema es que en muchas ocasiones se pierde como punto de referencia que esa etiqueta sirve para la localización y recuperación de los contenidos del blog, y el resultado es un conjunto de etiquetas que, aunque describan el contenido, lo hacen de manera tan genérica que son muchas las entradas que utilizan la misma etiqueta, y por tanto el valor de discriminación de unos contenidos frente a otros se pierde. También puede suceder que la etiqueta solo tenga sentido para el autor que la asigna y no para los usuarios. Incluso puede ser ambigua porque represente varias realidades, o que la misma realidad sea representada con varias etiquetas, de manera que los contenidos que deberían mantenerse agrupados bajo la misma etiqueta aparezcan disgregados.

Tal y como afirman García y Rubio (2013, p. 65), «La utilización de las herramientas de la web 2.0, entre ellas los blogs, ha favorecido una mayor presencia de la LIJ en Internet y ha dado voz a una disciplina que, hasta no hace mucho, permanecía en la más absoluta invisibilidad. Internet se ha convertido en un espacio para intercambiar opiniones, promocionar y dar a conocer proyectos y experiencias, recomendar libros, fomentar la lectura…, un lugar en el que participan todos los agentes relacionados con el ámbito de los libros infantiles y juveniles, escritores, ilustradores, bibliotecarios, padres, maestros, editores, libreros y por supuesto, lectores».

Leer en un blog es una actividad consolidada entre niños y adultos, lo que ha dado lugar a que estos se hayan convertido en prescriptores de LIJ, en líderes de opinión sobre lecturas y en un recurso cada vez más utilizado para buscar información, de ahí la importancia de arbitrar mecanismos que favorezcan la recuperación de los contenidos, como hacen las etiquetas.

Dentro de los blogs, al igual que en el resto de las herramientas de la web social, el etiquetado se está convirtiendo en una práctica cada vez más habitual para organizar los contenidos, y como recurso por excelencia para recuperar la cada vez mayor cantidad de información que estos generan.

La asignación de etiquetas es común en los blogs de LIJ y también es frecuente que estas cumplan su función y aparezcan claramente visibles en las diferentes entradas. Sin embargo, la presentación de las etiquetas en el blog en forma de nube o lista no es tan usual según los ejemplos analizados.

La elección de los tipos de etiquetas cumple la función esencial de los blogs especializados, la reseña y recomendación de libros y la difusión de autores, ilustradores y títulos, de ahí que sean mayoritariamente utilizadas las referidas a autoría, contenido, género y materia.

Sin embargo, los administradores de los blogs no parecen preocuparse demasiado por evitar prácticas que en ocasiones pueden dificultar la recuperación de la información y la visibilidad de los términos en la nube, como pueden ser el uso indiscriminado de sinónimos, la utilización de diferentes lenguas para asignar las mismas etiquetas, errores tipográficos y ortográficos o las variadas formas de presentar los sintagmas nominales.

Aunque este tema no sea objeto de este trabajo, hay que tener en cuenta que el etiquetado sirve también para la recuperación no solo desde el propio blog, que es lo que se ha analizado aquí, sino que además es utilizado por los motores de búsqueda para la recuperación desde los buscadores.

El etiquetado tiene grandes posibilidades cara a la recuperación de la información y a potenciar la visibilidad, es conveniente realizarlo con cierto cuidado. Aunque es una práctica que no está normalizada, el uso de unas sencillas recomendaciones puede potenciar su utilidad.

Para ello, proponemos una serie de buenas prácticas que ayudarán al etiquetado en los blogs.

  1. Evitar etiquetas que solo encajen con un contenido, ya que los buscadores entenderán que tanto la página como el post de la etiqueta son un contenido duplicado y no se recuperará bien. Es recomendable que cada etiqueta se asocie a varias entradas.
  2. Evitar que las etiquetas sirvan para muchos contenidos, ya que esto provocará que la etiqueta pierda su valor de discriminación y el usuario tendrá dificultad para encontrar lo que busca.
  3. Adaptar la especificidad de la etiqueta al tipo de blog. Por ejemplo, en un blog sobre literatura infantil la etiqueta libros para niños es muy genérica, mientras que puede ser específica en un blog de literatura en general, independiente del número de entradas con las que coincida.
  4. No abusar del número de etiquetas asociadas a cada entrada, generalmente 4 o 5 suelen ser suficientes. A medida que aumenta el número de etiquetas es más fácil dispersar el contenido.
  5. Utilizar siempre las palabras de la misma manera, en singular o en plural, porque, si no, el lector se verá obligado a buscar lo mismo en varias etiquetas.
  6. Incluir una lista de etiquetas o una nube para que los usuarios sepan las que se han utilizado.
  7. Poner la lista o la nube en un lugar bien visible, preferentemente en uno de los márgenes laterales, en la parte superior.
  8. Indicar cuántos posts tiene cada etiqueta para que los usuarios conozcan los temas habituales del blog.

Leer completo

 

Valoración del software libre en la sociedad

cono1

Imagen1: Distribución de frecuencias de la variable “¿sabes qué es el software libre?”

Con datos del informe sobre la valoración del Software Libre por parte de la sociedad en su edición 2014, elaborado por quinto año consecutivo por Porta Programas El objetivo de este estudio es cómo nos años anteriores obtener una fotografía del estado actual de valoración y uso del Software Libre en la sociedad, de forma que la comunidad de software libre pueda validar como los usuarios están a percibir su trabajo, hacer auto-crítica y detectar aquellos puntos en los que se pode mejorar.

 

¿Sabemos de verdad qué significa el término “software libre”?

A la hora de definir el concepto de software libre, sigue habiendo mucha confusión. Aunque la respuesta correcta es la mayoritaria, más de la mitad (55%) de los encuestadas caen en las confusiones habituales, como la de considerar que el software libre ha de ser gratuito. Este número ha subido bastante con respecto al año pasado. Los grupos de mayor edad sin embargo suelen caer más en la idea del software libre como algo necesariamente no comercial (entorno al 45-50% en los mayores de 50 años). Obviamente, los usuarios de Linux son de nuevo los que mejores resultados obtienen a la hora de definir el software libre, y los de sistemas Apple los que menos lo conocen.

Teniendo en cuenta que la opción correcta es “Sí, es aquel cuya licencia permite usar el software para cualquier propósito, copiarlo, distribuirlo, estudiarlo y modificarlo” extraemos las siguientes conclusiones:

  • – Un 42% de los encuestados reconoce la definición exacta de software libre. Además ésta es la opción más contestada por otra parte con un total de 557 respuestas.
  • – Si introducimos a la definición de software libre el matiz “excepto venderlo”, el 35% de los encuestados selecciona esta opción como correcta.
  • – El 12% de los encuestados fueron más precavidos señalando la opción “No lo sé”.

¿El software libre es gratuito?

Gráfico sobre el conocimiento del SL

Imagen2: Distribución de frecuencias de la variable “¿el software libre es gratuito?”

Ante la clásica pregunta ¿Es gratis el software libre? la respuesta correcta es que no tiene nada que ver. En ese sentido han respondido de manera correcta tan solo el 24% de los individuos. Podemos afirmar por tanto que la mayoría de los encuestados piensa que el software libre se caracteriza por ser gratuito.

Los términos software libre y código abierto ¿son equivalentes?

La característica básicas de los resultados de esta pregunta es la variabilidad que existe en la respuesta.

Gráfico sobre el conocimiento del SL

Imagen3: Distribución de frecuencias de la variable “¿Los términos “software libre” y “código abierto” son equivalentes?”

Teniendo en cuenta que la respuesta correcta es la tercera, la amarilla, sorprende la equivalencia en las respuestas. La proporción media estimada es del 25% y vemos como todas las respuestas oscilan en torno a este valor siendo la respuesta correcta la más elegida, con un 34% del total. Por el contrario aquellos que afirman que “Sí, se usa código abierto para evitar la confusión de libre” son el grupo menos representativo, con tan solo el 14%.

¿Hacemos uso del software libre?

Gráfico sobre el conocimiento del SL

  • – Un 70% de los encuestados reconoce haber probado uno o más programas y seguir usándolo.
  • – El 21% sin embargo dice no haber usado nunca software libre.

Y aquellos que no lo usaron nunca o que lo han probado y han decidido dejar de usarlo (Estas personas equivalen al 30% de la muestra) ¿por qué no usan software libre?

¿Confiamos en el software libre?

En general no existen sorpresas para esta pregunta ya que, como podemos comprobar en el gráfico anterior, la mayoría de los encuestados no tienen problemas para confiar en software libre, esto es así porque el 80% contestaron que Sí.Más aún, dentro de ese 80%, un 34% selecciono la contestación, porque se desarrolla y actualiza constantemente y el 46% restante manifiestan no haber tenido problemas con él.

Gráfico sobre el conocimiento del SL

¿Qué valoramos al escoger una herramienta de software?

Gráfico sobre el conocimiento del SL

Queda claro que los aspectos que más destacan los usuarios son la Funcionalidad y la Seguridad. Tiene mucha menos repercusión han tenido son las recomendaciones, ya sea a través de un amigo o a través de internet.

Ver informe completo

 

¿Qué es el Gobierno Abierto y los datos abiertos?

gobierno-abierto-logotipo_sofi-520x513

En el fascinante mundo de la cultura abierta después del software de código abierto, estándares abiertos, el acceso abierto y el contenido abierto; el fenómeno de los datos abiertos es la última frontera y quizás incluso en la actualidad uno de los recursos más estratégicos para gobiernos y organizaciones. A finales de la década del 2000 se abrió el debate sobre la importancia de la disponibilidad y la libre difusión de los datos “en bruto” con el fin de aumentar el potencial de la información y la comunicación del conocimiento compartido de la revolución digital. Pronto se percibió que la capacidad de recopilar, gestionar y reutilizar cantidades de datos cada vez más relacionados y más densos conducía a la necesidad de algunas reflexiones de carácter tanto legales como tecnológicas.

El concepto de Gobierno Abierto (Open Government) se ha popularizado recientemente, tanto por las propias iniciativas gubernamentales como –especialmente– por los movimientos ciudadanos y la reflexión y análisis intelectual y académico que reclaman su implantación. Pero su popularización también ha incrementado la diversidad de definiciones y la ambigüedad del propio término, que en ocasiones se solapa con otros conceptos como Gobierno Electrónico, gobierno eficiente, transparencia…, confundiendo los fines con los canales, los medios o las prácticas. La transparencia y rendición de cuentas (accountability) son elementos necesarios para el Gobierno Abierto, pero son solo una parte de lo que ese concepto puede implicar a nivel político y social. El papel capital de Internet y de la cultura digital para el avance de la toma de conciencia sobre la necesidad del Gobierno Abierto, donde  la primacía del derecho de acceso a la información, a la colaboración y la transparencia basadas en Internet requerían además de otros factores imprescindibles, como una regulación legal adecuada, una nueva conciencia de las instituciones y sus responsables y una intensa participación ciudadana.

open-government-c

Cuando hablamos de Gobierno Abierto, nos referimos a un movimiento que fue iniciado por “El Memorando sobre Transparencia y Gobierno Abierto” (La Directiva de Transparencia), firmado por el presidente de EE.UU. Barack Obama poco después de su toma de posesión en enero de 2009. La idea básica de un Gobierno Abierto es establecer una cooperación moderna entre los políticos, la administración pública, la industria y los ciudadanos, permitiendo una mayor transparencia para la democracia, la participación y la colaboración. En los países europeos, el Gobierno Abierto es a menudo visto como un compañero natural para el gobierno electrónico.

Algunos de los facilitadores más importantes para el Gobierno Abierto son el libre acceso a la información y la posibilidad de utilizar libremente y volver a utilizar esta información (por ejemplo, datos, contenidos, etc.) Después de todo, sin información no es posible establecer una cultura de colaboración y participación entre las partes interesadas. Por lo tanto, Open Government Data (OGD) es a menudo visto como un aspecto crucial de Gobierno Abierto.

El objetivo de Open Linked Data es mejorar la información publicada para eliminar barreras en su consumo por los usuarios finales. Dependiendo del grado de compromiso (estrellas) será más sencillo automatizar tareas de utilización de la información publicada, eliminándose intermediarios que aportan poco valor a la información. La publicación en formato “datos abiertos” es un valor en alza entre las instituciones públicas para facilitar el acceso a información pública completa, fiable y de calidad.  Liberar datos (o documentos) abre un abanico de posibilidades al usuario final para usarlos, reutilizarlos, redistribuirlos o integrarlos en aplicaciones propias, o de terceros, al trabajar directamente con la fuente de la información (“datos en bruto”, “en crudo” o “raw”) en lugar de con “productos” (ej.: tablas, gráficos, etc.) derivados de la misma.

La Alianza para el Gobierno Abierto fue lanzado el septiembre de 2011, cuando los ocho gobiernos fundadores (Brasil, Indonesia, México, Noruega, Filipinas, Sudáfrica, Reino Unido, Estados Unidos) aprobaron una declaración de Gobierno Abierto, anunciaron los planes de acción de sus países, y acogió con satisfacción el compromiso de los 38 gobiernos a unirse a la asociación. En septiembre de 2011, había 46 compromisos de los gobiernos nacionales para un gobierno abierto en todo el mundo.

 

Datos abiertos y gobierno abierto  Planeta Biblioteca 02/05/2013. OIR PODCAST

Open Linked Data : Guía para la liberación de datos abiertos [e-Book] . Madrid, Open Ximdex Evolution SL (OXE), 2013 Descargar

Ver: Bauer, Florian  and Martin  Kaltenböck. Linked Open Data: The Essentials A Quick Start Guide for Decision Makers. Vienna, Austria, Druck- u. Graphikservice GmbH, 2012. Descargar

Aliprandi, Simone Il fenomeno open data. Indicazioni e norme per un mondo di dati aperti.  [e-Book] Roma, LediPublishing, 2014 Texto completo

Linked Data y Linked Open Data

 

20160618_wbd002

La World Wide Web ha permitido la creación de un espacio de información global que comprende documentos vinculados. A medida que la Web se ve implicada en nuestra vida cotidiana, hay un deseo creciente de acceso directo a los datos en bruto o ligada a documentos de hipertexto. Linked Data proporciona un paradigma  en el que no sólo los documentos, sino también los datos puede ser un recurso de primera clase de la Web, lo que permite la extensión de la Web a un espacio global de datos basada en estándares abiertos – la Web de Datos. En este documento de síntesis  se ofrece una  introducción técnica detallada sobre los Linked Data. Sobre la base de un escenario práctico Linked Data, se establecen prácticas de orientación y mejoras sobre la arquitectura de publicación de Linked Data, la elección de URIs y vocabularios para identificar y describir los recursos, decidir qué datos proporcionarse en la descripción de un recurso en la Web, los métodos y marcos para la vinculación automática de conjuntos de datos, probar y depurar datos para el despliegue de datos vinculados.

ld2

Linked data at OCLC

En el marco del diseño e implementación de un modelo estratégico para el Servicio de Registro de Bibliotecas y Entidades Relacionadas con el Ministerio de Educación, Cultura y Deporte (MECD), según la norma ISO 2146:2010, la Subdirección General de Coordinación Bibliotecaria del MECD encargó a la empresa Infor@rea un estudio sobre la situación y buenas prácticas en relación a los formatos de intercambio de datos a publicar en dicho registro. En el primer apartado, se establecen las condiciones que el proyecto impone a la propuesta de formatos de publicación de datos, y las fuentes de información utilizadas para el estudio. En lo que respecta a las condiciones, es necesario abarcar, a largo plazo, los datos vinculados a los cinco tipos de objetos del modelo conceptual de ISO 2146:2010 además de la clase principal Objeto Registro, las subclases Partes (personas y organizaciones), Actividades, Colecciones, y Servicios y la limitación de los formatos de publicación de datos al marco de los datos abiertos (open data). También se especifican las tres cuestiones básicas que el estudio trata de responder: qué son los estándares abiertos; qué formatos específicos responden a la definición de estándares abiertos, y cuáles son los formatos abiertos idóneos para los propósitos del proyecto de SERBER. En el apartado 2, se define y delimita el concepto de estándar abierto a partir del marco normativo europeo y estatal de interoperabilidad y de reutilización de datos en el sector público. Estas fuentes permiten, además, detallar las circunstancias de aplicación de estándares no abiertos, y los criterios de selección entre diferentes estándares. En el apartado 3, y sobre la base de recomendaciones de especialistas nacionales e internacionales, se analiza qué formatos específicos responden a la definición de estándares abiertos, y cuáles son los formatos abiertos idóneos para los propósitos del proyecto de SERBER. Los tres formatos de referencia seleccionados para los propósitos del proyecto de SERBER son CSV, XML y RDF (con sus diferentes modalidades de serialización). Este último formato permite la incorporación de formatos de vinculación de datos, hecho que exige una profunda planificación previa que, entre otros aspectos, analice y seleccione los vocabularios idóneos para la descripción de los datos. En el apartado 4 se presenta el resultado de la búsqueda exhaustiva y del análisis de servicios de registro y directorios de bibliotecas y organizaciones relacionadas a nivel internacional que publican datos mediante formatos de intercambio. El resultado ha sido la identificación de una decena de casos de diferentes tipos, que se clasifican en tres grupos: servicios de registro de bibliotecas e instituciones similares (registries of libraries and related organizations) que aplican la norma ISO 2146:2010, y cuyo objeto principal de descripción en el modelo conceptual son las partes (personas y organizaciones); registros de servicios de colección (collection service registries) en pleno funcionamiento, que, como en el grupo anterior, aplican la norma ISO 2146:2010, pero se diferencian de ellos porque el objeto principal de descripción en el modelo conceptual son las colecciones; y, finalmente, directorios diseñados a partir de modelos diferentes a la norma ISO 2146:2010 y que, por lo tanto, no aplican su modelo conceptual. En los dos últimos apartados, se exponen las recomendaciones para la publicación de datos abiertos del proyecto de SERBER, expresadas en dos etapas sucesivas: una primera etapa (apartado 5) en la que los datos se publicarán en dos formatos estructurados, CSV y XML; y una segunda etapa (apartado 6), marcada por la transición estratégica hacia los datos enlazados en el contexto de la web semántica. En este segundo apartado, se presentan los pasos concretos a llevar a cabo, y los beneficios inmediatos que comportarían para el MECD.

img12

Tim Berners-Lee — Linked Data

En el contexto de las bibliotecas la iniciativa “Bibliographic Framework as a Web of Data: Linked Data Model and Supporting Services” tiene como objetivo, a largo plazo, la implementación de un nuevo entorno bibliográfico para las bibliotecas que forman el centro de “la red” y hace interconexión común. Impulsada en gran parte por el deseo de adoptar nuevas normas de catalogación, es esencial que la comunidad bibliotecaria revise sus modelos de datos bibliográficas como parte de esta iniciativa. Con ese objetivo, este documento presenta un modelo de alto nivel para la comunidad bibliotecaria para la evaluación y el debate, pero también es importante considerar este documento dentro de un contexto mucho más amplio, y que se va más allá de la propia comunidad bibliotecaria. Las bibliotecas tienen una larga y rica historia en la utilización de la tecnología para realizar economías de escala. La Biblioteca del Congreso encabezó el esfuerzo para desarrollar y aplicar el formato de lectura mecánica de Catalogación (comúnmente conocido como MARC) en los años 1960 para hacer precisamente eso – compartir información de forma electrónica. En lugar de miles de catalogadores que describen repetidamente los mismos recursos, el esfuerzo de un catalogador podría ser compartido con muchos. Con el tiempo, el formato se mantuvo prácticamente sin cambios, pero los métodos de intercambio y manipulación de datos continuaron evolucionando, así que la comunidad bibliotecaria se ha beneficiado de un período sustancial de modelo / formato de la estabilidad de los datos. Es una historia de éxito con pocos paralelos.

El nuevo Modelo Propuesto Se llama Simplemente BIBFRAME, abreviatura de Bibliographic Framework. El Nuevo Modelo es más que un mero sustituto del Modelo de Formato MARC de la comunidad bibliotecaria. Es la base para el futuro de la descripción bibliográfica que sucede sobre, dentro y como parte de la red y el mundo digital en el que vivimos.

En cierto sentido, en el año 2011 se empezó a trabajar con datos vinculados de la biblioteca. No es que las bibliotecas de todo tipo están trabajando ya con datos vinculados a gran escala. No, pero hemos sido testigos de la publicación del informe final de la Biblioteca W3C Linked Data del Grupo Incubadora,  de la Biblioteca del Congreso que anuncio un nuevo marco bibliográfico basado en Linked Data y RDF, además del lanzamiento de una serie de muchas publicaciones, reuniones y presentaciones sobre el tema.

Todos estos eventos se centran principalmente en la edición de metadatos bibliográficos como datos abiertos enlazados. los metadatos bibliográficos, como tal, describen las publicaciones, en el sentido más amplio, proporcionando información sobre el título, autores, temas, ediciones, fechas, direcciones URL, sino también los atributos físicos, como las dimensiones, número de páginas, formatos, etc. Este tipo de información, en términos FRBR: Obra, Expresión y Manifestación de metadatos, se suelen compartir entre un gran número de bibliotecas, editores, libreros, etc. “compartida” en este caso significa “multiplicado y redundantemente almacenada en diferentes sistemas locales. No tiene mucho sentido si todas las bibliotecas del mundo publican los mismos metadatos que otros.

Los datos de uso sobre las publicaciones, tanto impresas como digitales, pueden ser muy útiles para establecer la pertinencia y el impacto. De esta manera los solicitantes de información se pueden apoyar en la búsqueda de la mejor manera posible  sobre las publicaciones de sus circunstancias específicas.

Ver:

 

Datos Abiertos Vinculados. ¿Qué son? from Europeana on Vimeo.Vimeo.

Planeta Biblioteca 22/03/2013 Datos vinculados abiertos – Linked Open Data OIR PODCAST

Library of Congress [e-Book]  Bibliographic Framework as a Web of Data: Linked Data Model and Supporting Services Washington, DC, Library of Congress, 2012. DescargaDescarga

Térmens Graells, Miquel, Centelles Velilla, Miquel, Arroyo Fernández, Domingo, García-Morales, Elisa. Buenas prácticas y recomendaciones estratégicas sobre formatos de intercambio aplicables al Servicio de Registro de Bibliotecas y Entidades Relacionadas (SERBER) en un contexto de datos abiertos y enlazados. Madrid: España. Ministerio de Educación, Cultura y Deporte. Subdirección General de Coordinación Bibliotecaria, oct-2012 Descargar en castellanoDescargar en Inglés

Heath, Tom  and Christian  Bizer (2011). [e-Book]  Linked Data: Evolving theWeb into a Global Data Space. North Carolina Morgan & Claypool Publish. DescargarDescargar

¿Qué son los Recursos Educativos Abiertos (OER)?

 

 

openlesson

Ver Monográfico

Recursos Educativos abiertos (REA – OER)

Los recursos educativos abiertos o “REA” (en inglés: Open Educational Resources, “OER”) son documentos o material multimedia con fines relacionados con la educación como la enseñanza, el aprendizaje, la evaluación y la investigación cuya principal característica es que son de acceso libre y por lo general bajo licencia abierta. Aunque algunas personas consideran que el uso de un formato abierto es una característica esencial de los REA, este no es un requisito universalmente reconocido

La frase Recursos educativos abiertos fue adoptada por primera vez en 2002 por la Unesco. Recursos educativos abiertos son materiales y contenidos educativos ofrecidos libre y abiertamente para que cualquiera los pueda usar.

Los Recursos Educativos Abiertos es una de las tendencias en educación que marca American Research Libraries (ARL). Evolución de la apertura de la educación superior. Con dos grandes tendencias. “Open access” y “Open education”. Además de apoyar el pago o rembolso de los gastos de las publicaciones de acceso abierto, las bibliotecas universitarias están empezando a proporcionar apoyo financiero a la promoción de recursos educativos abiertos (OER). La tendencia a la promoción de REA (OER) podría beneficiarse de la participación de la biblioteca en cursos masivos abiertos en línea (MOOCs). Aunque todavía no existe una dirección clara o cronograma de cómo va a llevarse a cabo. Se estima que se están ofreciendo 500 MOOCs a través de más de 100 universidades de renombre, un modelo de negocio aceptable y sostenible para su desarrollo y despliegue. Cathy Davidson señala que proporcionar instrucción en línea  requiere de una inversión inicial importante, si bien a la larga va a ser beneficioso económicamente para la organización. En este paisaje rápidamente cambiante, los investigadores seguirán necesitando apoyo y orientación de profesionales de la información para el cumplimiento de los requisitos necesarios para una mejor visibilidad de los recursos en acceso abierto; y el desarrollo y promoción de los REA. Además, los bibliotecarios tendrán que estar al tanto de liderar el camino en la colaboración con sus instituciones, editoriales, organizaciones y otras bibliotecas universitarias para el desarrollo de nuevos mecanismos de financiación e incentivos para apoyar la participación de los investigadores en el autoarchivo de las la publicación en acceso abierto.

El creciente interés por los resultados (por ejemplo, el aprendizaje del estudiante, la retención, la persistencia, y la evaluación) sobre los insumos (por ejemplo, la matriculación,) y el énfasis continuo en la demostración de estos resultados, tendrá un impacto en las bibliotecas universitarias en el futuro. La importancia de la biblioteca en el éxito del estudiante, la persistencia, y la retención ya ha sido discutida en la literatura profesional. La cultura de orientar los objetivos a los resultados requerirá que las bibliotecas encuentren mejores maneras de documentar estas conexiones.

 

Los OER incluyen:

  • Contenidos de aprendizaje: cursos completos, materiales para cursos, módulos, contenidos, objetos de aprendizaje, etc.
  • Herramientas: Software para la creación, entrega, uso y mejora del contenido de aprendizaje abierto, incluyendo búsqueda y organización de contenido, sistemas de gestión del aprendizaje (LMS), herramientas de desarrollo de contenidos, y comunidades de aprendizaje en línea.
  • Recursos de implementación: Licencias de derechos de autor que promuevan la publicación abierta de materiales, principios de diseño y adaptación local de contenido.
  • Enlaces externos: Portal de OLCOS, el proyecto Open eLearning Content Observatory Services, que pretende construir un observatorio y centro de información para la promoción del uso, creación y difusión de recursos educativos abiertos.
    Frecuentemente, los recursos educativos abiertos están distribuidos bajo una licencia Creative Commons.

 

En este sentido desde el punto de vista técnico OERPUB está creando innovadoras herramientas de código abierto para la creación, adaptación, remezcla y publicación de recursos educativos abiertos y luego ponerlos a disposición del publico para la web, móvil, tablet, e impreso. OERPUB es apoyado por la Fundación Shuttleworth, una coalición de organizaciones afines de apoyo a la educación gratuita y abierta. El editor soporta imágenes, tablas accesibles, y las características estructuradas como las definiciones y ejercicios, utilizando un subconjunto restringido de HTML5. Treinta tecnólogos, expertos en accesibilidad y educadores se reunieron para definir y crear prototipos de posibles soluciones para producir contenido OER y libros electrónicos que sean más accesibles para los estudiantes con discapacidad y con necesidades especiales. El objetivo de esta herramienta es diseñar interfaces y herramientas que faciliten a los autores la tarea de producir contenidos accesibles desde el principio, en lugar de depender de “equipos técnicos” para aumentar la accesibilidad de los contenidos después de haber sido publicados.

La importancia potencial de los OER (Open Educational Resources) se analizó en la Conferencia General de la UNESCO a finales de 2009, que insta a que se haga todo lo posible para alertar a los responsables de la política educativa y los gobiernos en esta área. Esto llevó a la Commonwealth of Learning (COL) y la UNESCO para trabajar en forma conjunta en dos iniciativas. En 2010-2011, el proyecto toma  OER Beyond the OER Community: Política y Capacidades para Países en Desarrollo celebró nueve encuentros y tres talleres en línea para líderes educativos y políticos en África y Asia. Como resultado de ello, las dos organizaciones publicaron conjuntamente una guía básica a los recursos educativos abiertos y Directrices para Recursos Educativos Abiertos en Educación Superior. Estos documentos proporcionan una base sólida para el proyecto 2011-2012 Fomentar el apoyo gubernamental a nivel internacional OER. Se trataba de concienciar a los gobiernos acerca de sus intenciones y las políticas en materia de OER, y la celebración de foros de política regional en preparación para el Congreso Mundial de la UNESCO REA en junio de 2012.

La publicación «Recursos Educativos Digitales Abiertos» del Ministerio de Educación  de Colombia recopila los más recientes antecedentes nacionales e internacionales sobre este tema, consolida acuerdos conceptuales y establece un marco de actuación con lineamientos institucionales gracias a los cuales en Colombia se apoyará, fortalecerá y potenciará la producción y gestión de Recursos Educativos Digitales Abiertos.

Ver:
Committee, A. R. P. a. R. “Top trends in academic libraries: A review of the trends and issues affecting academic libraries in higher education.” C&RL News vol., n. June 2014(2014).  pp. 294-302. Descargar

Glennie, J., K. Harley, et al. (2012). [e-Book]  Open Educational Resources and Change in Higher Education: Reflections from Practice Vancouver, Commonwealth of Learning. Descargar

Gurell, S. (. [e-Book]  Open  Educational Resources Handbook 1.0 for educators, WikiEducator, 2008. DescargarDescargar

Recursos Educativos Digitales Abiertos [e-Book] . Bogotá, Ministerio de Educación Nacional, 2012 Descargar

Altmetrics: medición de la influencia de los medios en el impacto social de la investigación

figura-midias-sociais

Alonso Arévalo, Julio,  Cordón-Garcia, José Antonio, Maltrás Barba, Bruno. Altmetrics: medición de la influencia de los medios en el impacto social de la investigación. Cuadernos de Documentación Multimedia Vol 27, No 1 (2016)

Texto completo: 

Post print

PPS


Los medios sociales están cambiando la forma de interactuar, presentar las ideas e información y juzgar la calidad de los contenidos y contribuciones. En los últimos años han surgido cientos de plataformas que permiten compartir libremente todo tipo de información y conectarnos a través de redes. Estas nuevas herramientas generan estadísticas de actividad e interacciones entre sus usuarios tales como menciones, retweets, conversaciones, comentarios en Blogs o en Facebook; gestores de referencias que muestran índices de popularidad de las referencias más compartidas por otros investigadores o repositorios que generan estadísticas de visitas o descargas de artículos. En este documento se analiza que implicaciones y significado tiene altmetrics, cuáles son sus ventajas y críticas, plataformas (Almetric.com, ImpactStory, Plos Altmetrics, PlumX), avances y que beneficios reporta para autores, editores y bibliotecarios. Concluyendo que el valor de las métricas alternativas como una herramienta complementaria de análisis de citas es evidente, aunque se sugiere que se debe investigar más profundamente sobre esta cuestión para desentrañar el significado y el valor potencial de estos indicadores para la evaluación de todo su potencial.


Datos abiertos : fuentes de información sobre datos públicos

 

341-faq-del-lunes-fuentes-de-datos-abiertos-relacionados-con-el-trafico

¿Usted sabe exactamente cuánto de su dinero de los impuestos se gasta en luces de la calle o en la investigación del cáncer? ¿Cuál es el más corto, el más seguro y el más pintoresco recorrido en bicicleta desde su casa a su trabajo? ¿Cual es la calidad del aire de en su comunidad? ¿Cuando en su región se van a encontrar las mejores oportunidades de trabajo y el número más alto de árboles frutales por habitante? ¿Cuándo puede afectar a las decisiones sobre los temas que le interesan profundamente? Con las nuevas tecnologías es posible crear servicios que respondan  a estas preguntas casi automáticamente. Ya que gran parte de los datos que se necesitan para responder a las cuestiones planteadas arriba han sido generados por organismos públicos. Sin embargo, muchas de los datos requeridos no están disponibles en una forma adecuada y fácil de usar.

Datos abiertos (open data en inglés) es una filosofía y práctica que persigue que determinados datos estén disponibles de forma libre a todo el mundo, sin restricciones de copyright, patentes u otros mecanismos de control. Tiene una ética similar a otros movimientos y comunidades abiertos como el Software libre, el código abierto y el acceso libre. En la actualidad uno de los recursos más estratégicos para gobiernos y organizaciones.

El concepto de Gobierno Abierto (Open Government) se ha popularizado recientemente, tanto por las propias iniciativas gubernamentales como –especialmente– por los movimientos ciudadanos y la reflexión y análisis intelectual y académico que reclaman su implantación. Pero su popularización también ha incrementado la diversidad de definiciones y la ambigüedad del propio término, que en ocasiones se solapa con otros conceptos como Gobierno Electrónico, gobierno eficiente, transparencia…, confundiendo los fines con los canales, los medios o las prácticas. La transparencia y rendición de cuentas (accountability) son elementos necesarios para el Gobierno Abierto, pero son solo una parte de lo que ese concepto puede implicar a nivel político y social. El papel capital de Internet y de la cultura digital para el avance de la toma de conciencia sobre la necesidad del Gobierno Abierto, donde  la primacía del derecho de acceso a la información, a la colaboración y la transparencia basadas en Internet requerían además de otros factores imprescindibles, como una regulación legal adecuada, una nueva conciencia de las instituciones y sus responsables y una intensa participación ciudadana.

A finales de la década del 2000 se abrió el debate sobre la importancia de la disponibilidad y la libre difusión de los datos “en bruto” con el fin de aumentar el potencial de la información y la comunicación del conocimiento compartido de la revolución digital. Pronto se percibió que la capacidad de recopilar, gestionar y reutilizar cantidades de datos cada vez más relacionados y más densos conducía a la necesidad de algunas reflexiones de carácter tanto legales como tecnológicas.

En 2009 los datos abiertos comenzaron a hacerse visibles en la corriente principal, a través de varios gobiernos (como los EE.UU., Reino Unido, Canadá y Nueva Zelanda) que anunciaron sus iniciativas hacia la apertura de su información pública.

En 2010 se publicaron los Principios Panton Principles for Open Data in Science. Estos principios redundaban en la idea de que “la ciencia se basa en la construcción, reutilización y apertura crítica de la publicación de los datos del conocimiento”  en los que se proporcionaba una lista breve de los fundamentos a tener en cuenta cuando se exponen datos abiertos. Destinado a una amplia audiencia de investigadores, editores y bibliotecarios, el libro Issues in Open Research Data explora las implicaciones de los principios a través de una serie de puntos de vista sobre los datos de investigación abiertos.

Otro recursos imprescindible en este sentido es el desarrollado por la Open Knowledge Foundation “Open Data Handbook Documentation”, publicado en 2012. El libro trata sobre cómo desbloquear el potencial de la información oficial y implementar nuevos servicios, para mejorar la vida de los ciudadanos y para mejorar el trabajo del gobierno y de la sociedad. El manual aborda los aspectos jurídicos, sociales y técnicos de los datos abiertos.

Cuando se habla de datos en este contexto, se refieren a números, letras, o píxeles expresados en cualquier forma. Los datos  pueden encontrarse en bruto o elaborados y dispuestas en una forma significativa. Sin embargo, algunos datos significativos son y pueden ser leídos e interpretados en su forma básica. Grupos significativos de datos son colecciones de conjuntos de datos y archivos de datos son los datos. A este respecto algunos gobiernos han establecido una serie de pautas. Así el Plan de Acción para el Departamento de Salud del Gobierno de Queensland ha determinado algunos requisitos imprescindibles para lograr alcanzar el compromiso con la revolución de datos abiertos. Estableciendo que estos datos serán publicados en un sitio web, disponible y tendrán como características:

 

• Estar disponible para cualquier uso

• Estar disponible de forma gratuita

• Disponible en formatos normalizados y fáciles de encontrar

• Estarán libres conforme a las normas y responsabilidades establecidas.

 

Aquí presentamos algunas de las más importantes fuentes de datos públicos y abiertos en España y en el mundo.

En España
Datos Públicos Esta wiki que recopilar fuentes de datos públicos disponibles en España. Es un proyecto iniciado por Pro Bono Publico para facilitar la participación en el desafío de datos abiertos.
En el mundo
Data.gov : La página web Data.gov tiene 210.912 conjuntos de datos que están abiertos y disponibles gratuitamente para su descarga y uso. Muchos de los conjuntos de datos son visibles a través de mapas interactivos.
ARDA – Association of Religion Data Archives: Este sitio web tiene también su propia sección de Mapas de GIS donde los usuarios pueden trazar conjuntos de datos religiosos sobre un barrio y / o mapas mundo.
Fuentes de datos públicos y abiertos en España y en el mundo. : sitio web La Oficina del Censo de EE.UU. tiene la versión más reciente del censo de EE.UU., que se puede descargar gratuitamente. También tienen una galería de visualizaciones de datos donde se pueden encontrar  infografías y mapas en los que se han utilizado los conjuntos de datos de la Oficina del Censo.
CIA World Factbook : The World Factbook, es elaborado por la Agencia Central de Inteligencia y proporciona información sobre la historia, la gente, gobierno, economía, geografía, comunicaciones, transporte, militar y cuestiones transnacionales de 267 entidades del mundo.
Eurostat : La misión de Eurostat es ser el principal proveedor de estadísticas de alta calidad a la Unión Europea y los países candidatos.
Observatorio Mundial de la Salud : Esta colección cuenta con más de 50 conjuntos de datos sobre temas prioritarios de salud como la mortalidad y la carga de las enfermedades, los Objetivos de Desarrollo del Milenio (nutrición infantil, salud infantil, la salud materna y reproductiva, la inmunización, el VIH / SIDA, la tuberculosis, el paludismo, las enfermedades olvidadas, agua y saneamiento), las enfermedades no transmisibles y factores de riesgo, enfermedades epidémicas, sistemas de salud, la salud ambiental, la violencia y las lesiones, la equidad, entre otros.
Harvard Dataverse Red : Esto es un repositorio para compartir, citando y la preservación de los datos de la investigación, abierta a todos los datos científicos de todas las disciplinas en todo el mundo. Incluye la mayor colección del mundo de los datos de la investigación en ciencias sociales.
HUD.gov : El Departamento de Vivienda y Desarrollo Urbano de EE.UU. ofrece algunos conjuntos de datos descargables sobre estos temas.
Fondo Monetario Internacional (FMI) de datos : El FMI (Fondo Monetario Internacional) publica una serie de datos de series de tiempo sobre los préstamos del FMI, de cambio y otros indicadores económicos y financieros.
NOAA: La Administración Nacional Oceánica y Atmosférica : National Climatic Data Center de la NOAA (CNDC) es el mayor proveedor mundial de datos meteorológicos y climáticos. -Base en tierra, mar, modelo, radar, globo de tiempo, satélite y paleoclimáticos son sólo algunos de los tipos de conjuntos de datos disponibles.
NYC Open Data : Esta colección cuenta con más de 800 conjuntos de datos que pertenecen a la ciudad de Nueva York, la mayoría de los cuales se puede ver como un mapa interactivo. Incluyen ubicaciones de graffiti, la ubicación de aseos en los parques públicos, lugares wifi, entradas de metro, y mucho más.
Centro Roper : Esta colección abierta tiene 19.000 conjuntos de datos que reflejan la opinión pública y las tendencias sociales, incluyendo las encuestas de Gallup que se remontan a 1936, Informes Roper y mucho más.
UNdata : La División de Estadística de las Naciones Unidas (UNSD) del Departamento de Asuntos Económicos y Sociales (DAES) puso en marcha un nuevo servicio de datos basado en Internet para la comunidad mundial de usuarios para proporcionar el libre acceso a las estadísticas mundiales.
Colección de datos del Banco Mundial : El Catálogo de datos proporciona acceso a más de 8.000 descargas indicadores a partir de conjuntos de datos del Banco Mundial, una búsqueda por país, los indicadores, o tema.